Recomendação musical para ler o post:
O que me deixa encucado com CGS é o que aconteceu com alguns times de 1.6, não por um jogo ser melhor do que o outro, mas pelo fato de não terem procurado em todos os casos as estrelas do Source, buscando os fans e o melhor material humano que o 1.6 tinha, no caso norte americano, coL e 3D.
Fazer as estrelas que estão na liga hoje com certeza foi um processo árduo, para os que até então trabalharam com os jogadores, os polindo e colocando algumas coisas nas cabecinhas que só pensavam em dar headshots.
Pensando friamente não seria melhor para a CGS em termos de mídia fazer o que a MLG faz, por exemplo? Tirar pessoas do anonimato não é mais legal, do ponto de vista de quem está em casa, do que contratar jogadores de outra "pegada"? Talvez esse seja o grande motivo que uma comunidade tem para atacar e falar mal da outra, além do batido argumento de que o Source é pesado para o padrão de máquinas Brasileiras, só para citar.
Talvez essa profissionalização e tanta pressão por causa dos dolares investidos encheram o saco dos jogadores do complexity. zet "desistiu" do coL e o time voltou a competir no 1.6. O Jason Lake, ex-dono do famoso e glorioso coL 1.6 , que me perdoe mas levar o NOME do complexity, deixando o 1.6 completamente de lado talvez não tenha sido uma decisão errada?
Enfim, pela provável quantia que ele recebeu vendendo o nome do complexity para a CGS eu também faria o mesmo, mas olhando do "lado de cá" , a situação é no mínimo ácida, e na hora, eu não pensaria muito na comunidade, mesmo ela tendo um papel importante no sucesso dos jogadores.
Outro caso é o do NIP, time que ia até bem com walle, ins, zet, potti e heaton. Lineup perfeita, se não fossem alguns corneteiros de plantão criticando ins. Mas o time simplesmente parou, foi retirado do G7, pois Heaton virou GM do Stockholm Magnetik.
Essa coisa de achar que o dinheiro paga o entretenimento é muito vista no futebol, e de tão explorada nesse meio , chega a ser nojenta. Talvez de lá tenha vindo o modelo que utilizam para contratação dos players. O que se discute nas mesas redondas é o próximo jogador que será negociado para o exterior, no esport podemos visualizar um retrato desse cenário, apostando em qual será a próxima liga a atingir a tv, e as modalidades que pelo hype, ela poderá agregar, por exemplo. Quando você tem uma vitrine, pode ser até jogando Tetris, o cara vai querer estar lá.
Esse texto não era para me deixar parecendo um "ista" , apesar disso viva o dinheiro investido esporte eletrônico, só deixem as comunidade intactas, não roubem jogadores de um jogo para o outro, chamem os especialistas de cada modalidade. Assim o show ficaria mais bonito, eu acho.
;)