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• Por Pclloh
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Blog do Pclloh
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Considerações finais
Por Pclloh
@ 28 Set 2008 14:35 pm -
44 visitas
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Todos que acessam a gameSphere devem ter percebido que recentemente eu dei uma pausa na colaboração com o site, pois estava contribuindo em outros projetos e tocando os meus próprios. Não tenho nada a reclamar das pessoas que realmente fazem a gameSphere ser o que é, referência em campeonatos online no Brasil, mas creio que já fiz tudo o que podia pelo site e vou deixar algo de positivo para as pessoas que ficam.
O RareCast está de cara nova e o meu blog está indexado lá, se você gosta de ler o que eu escrevo por aqui, é só passar a checar as coisas no RareCandy, pois não haverá mais atualização por aqui. Não para por aí, ainda vou assinar matérias semanais de esporte eletrônico no site da eZone e continuar escrevendo para a revista bimestral de distribuilção gratuita da eZone.
Em breve meus textos poderão ser encontrados traduzidos em inglês em um grande portal, sem mais detalhes por enquanto.
Daqui um mês, a expectativa é de que um outro projeto de alguns amigos blogueiros já esteja disponível para o público, projeto esse que consiste em blogs colaborativos de vários temas, estilo condomínio, mas com uma identidade unificada, mudando só a categoria dos textos, tendo esporte eletrônico como uma delas. Se tudo der certo, coordenarei essa parte.
Fiquem atentos ao RareCast, pois estamos criando mais coisas para a comunidade.
Abraço a todos que ficam.
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Modelos para o nosso negócio
Por Pclloh
@ 19 Set 2008 21:16 pm -
128 visitas
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Depois do "advento" da internet ainda como bolha, na decada passada, o jornalismo impresso, independente se feito em revista ou jornal, passou por vários questionamentos, como por exemplo, a forma de integrar o "online" com o "offline". Até hoje batem pinos para descobrir uma forma de aliar um site munido de profissionais da mais alta excelência em sua respectiva área, com o formato de liberdade que a internet proporciona, aliás, não temos o costume de pagar para visitar um site de notícias, o que acontece no caso da mídia impressa.
A vantagem de produzir ( não estou falando de fazer post-comentário ou traduções de notícias) conteúdo relevante para internet é que a intervenção publicitária sempre pode ser feita com uma precisão bem maior, vide SteelSeries, Smartdata e Nvidia na gameSphere. Nós fazemos parte de um mundo online onde a informação é essencial, e ter um ou vários pontos de vista sobre um fato ajudam o leitor, "objeto de desejo" do jornalista/blogueiro , a compreender e tentar raciocinar sobre o que está acontecendo em sua volta, além disso, é fato que os custos para web são mais baixos, pois dispensam vários processos que existem na mídia impressa.
Nosso modelo de competitividade é diferenciado, ganha quem tiver um site com maior acessibilidade e recursos. Por acessibilidade entenda um site bem feito, com um design que cativa o leitor e por recursos leia um site bem administrado, com uma integração constante entre usuário/site, que vá além de um perfil onde há possibilidades de escrever algumas bobagens.
Fazendo tudo certo qual é o esperado? Crescer , crescer, crescer. Tanto em público, o essencial, mas também em publicidade, que mantém todo esse formato relacionado a redação em pé. Pena que o mundo online ainda não sustente a qualidade editorial de um jornal, por exemplo, mas a realidade pode se ajustar na medida do possível. Não é de se espantar que três ou quatro sites de esporte eletrônico no mundo possuam rentabilidade para manter, diga-se de passagem, profissionais, que nem sempre são diplomados, tomando como exemplo os redatores da Gotfrag.
O que mantém a chama ativa é saber que estamos em uma espécie de bolha, mas diferente da bolha da internet de 1997, essa não corre risco de explodir, tendo seu questionamento já feito lá em 1996/1997, antes da primeira liga profissional aparecer. Por isso nos manteremos como um novo ramo da indústria do entretenimento em geral.
Enquanto o nicho ainda é relativamente pequeno para mercados de publicidade mais generalistas, grande parte das pessoas que trabalha com esporte eletrônico é "amadorizado". O formato de hoje é, com muito custo, adaptado para torneios com transmissão ao vivo por vídeo, o que é caro, pois a transmissão de um evento com qualidade de vídeo próxima da TV, bastidores, mesa redonda e reporteres, tudo ao vivo, custa por volta de R$20,000 ,por um final de semana, por exemplo. Essa transmissão seria entregue para o usuário final de graça, sem nenhum tipo de restrição, se a publicidade feita na transmissão pagasse todos os custos, incluindo o servidor. O cenário não é esse, a ESL TV tem lá suas modalidades pagas para garantir maior qualidade de vídeo aos mais aficcionados, mas, é uma mostra do quão difícil é bolar um modelo de negócios com esporte eletrônico voltado para mídia, mas digo, difícil não é impossível.
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Jogos Step
Por Pclloh
@ 12 Set 2008 00:51 am -
70 visitas
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Jogo Step é todo aquele que vende bem, mas não tem um apelo muito grande para ser encarado como uma modalidade na maioria dos campeonatos. Esses jogos mais novos necessitam de máquinas mais potentes para serem utilizados no seu máximo grau de realismo, no caso dos PC´s.
Hoje temos lans de CoD4 nos Estados Unidos e na Europa, poucas, mas elas existem. Grandes organizações tiveram que contratar equipes, mesmo com o número baixo de campeonatos e premiações, pelo simples fato do jogo estar no hype, motivando muita gente a trocar de hardware, troca essa que pode ser feita para uma das marcas patrocinadoras, afinal, isso é o que mantem as coisas acontecendo. Não que seja ruim , dá até uma cara mais jovem, creio que esse será um modelo a ser muito explorado, faltando só as publishers pensarem no balanço da competitividade para o jogo profissional e suporte para transmissões dos jogos via internet., que no caso do CoD4 não existe.
A CGS é um caso a parte mas não deixa de ser interessante, nunca deixou. Os jogos da série DoA e Forza nunca tiveram um cenário competitivo, e ainda não tem, mas estão lá, a CGS é o cenário competitivo para esses jogos, e há quem treine sonhando em ser draftado para qualquer uma das franquias. Mas, para a próxima temporada porque não utilizar o NFS Undercover e o Steet Fighter IV no lugar dos já citados? São jogos que transcendem gerações e não precisam de muitas explicações. A ESWC abriu os olhos dos grandes para o Dota, levando o mod definitivamente para o mainstream, apesar disso, o Dota ainda não provou que é uma modalidade estável o bastante para obter investimentos desse porte. É inegável que vários times já têm equipes de dota há algum tempo, mas a resposta em termos de campeonatos offline chegou?
Não adianta ter só jogos novos nos campeonatos, por isso que praticamente não existem eventos sem Counter Strike 1.6, o corajoso organizador da the-experience ao colocar Fifa08, CoD4 e CS:S arriscou no quesito visibilidade, só não levou bola nas costas porque a cobertura terceirizada ao TeK9.org ficou impecável, além das transmissões da Quadv. Pode soar óbvio, mas nem todo mundo se atentou para isso, não importa muito os jogos que seu evento vai ter, importa o público que vai ficar sabendo dele. Eu posso fazer um campeonato Brasileiro de Wii, com fáceis 64 jogadores por etapa regional, devido ao apelo amigável do jogo, e uma final nacional super pomposa em uma faculdade ou em um parque de diversões, quem vai dizer que isso não é esporte eletrônico? Mudando o modelo de negócios dá para fazer até liga profissional de GunBound no Brasil, afinal, todo jogador é um belo de um consumidor.
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WCG Brasil
Por Pclloh
@ 10 Set 2008 22:30 pm -
151 visitas
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Não vou analisar nada relativo a parte competitiva do evento, não tenho o tempo que gostaria para acompanhar demos e fazer um preview decente, só citar os times pelo nomes dos jogadores, no caso do Counter Strike, não fica bom o bastante e eu prefiro nem assinar um texto assim. No Need For Speed eu queria uma zebra, daquelas muito grandes, só para dar mais graça nas coisas, nada contra o Speed mas, geral está querendo ver ele "se ferrando" nas pistas para tentar ir a Alemanha. O NFS assim como o Counter Strike 1.6, já tem um vencedor meio que anunciado, é aquela coisa de perder para a própria sombra, não?
A WCG deu a partida em um processo de renovação, com os jogos Guitar Hero e Halo 3 sendo modalidades para a final nacional, o torneio de Counter Strike feminino, não porque a organização quer ser uma ESWC like, mas esse evento está aí pela atenção que a mídia tradicional dá para esse tipo e investida, nada muito grave, cinco monitores de premiação, possíveis passagens + hospedagem, e um monte de repórteres querendo saber o que se tem que fazer no jogo, boa sorte para quem for ter que explicar, ou então, não deixá-los "falar" que "O jogo que teve a comercialização proibida pela justiça.... blah blah .... " está na WCG.
Além da cara midiática com a 89FM, Editora Europa e Terra fazendo a cobertura do evento, aconteceu um episódio no mínimo sem graça. Lembre-se que sites que não lucram com o que fazem, ou que não são ditos "profissionais", não são dignos de fazer um trabalho sério, ou seja, gameSphere, ESBR, TeamPlay, Place#1, RareCast, Nukesports, não foram, e provavelmente nunca serão citados nesse tipo de parceria, a não ser que todos comecemos cobrar uma tarifa obrigatória para conteúdo exclusivo, podendo assim justificar que existimos como empresas. As pessoas que fazem a WCG conhecem nosso trabalho, quem foi contratado pela Samsung para liderar as estratégias de divulgação online, não, a Dudinka esparramou convites para vários blogs, que nem de eSport falam, e talvez nem conheçam esse tipo de atividade esportiva, para um evento de Pro Evolution Soccer só para mídia.
Eu não sou mais mídia, não escrevo mais sobre esporte eletrônico e poderia ignorar completamente toda e qualquer notícia e novidade relativa ao evento, tanto no Brasil quanto no mundo, pois sou amador no que faço e não mereço respeito de ninguém, talvez dos meus poucos leitores, mas sei que isso seria uma burrice de minha parte, pelas oportunidades promissoras que estão aparecendo na área. Quem foi amadora foi a tal da Dudinka, pois com uma busca rápida e uma pesquisa social nos "locais" onde as pessoas jogam as respectivas modalidades de uma maneira "profissional"" você acharia referências a todos os sites linkados acima, mas fazer o que, ter um site bonitinho e influência fez o mundo andar, pelo menos dessa vez.
Quem for lá na WCG provavelmente encontrará o DrZx, fundador da TeamPlay e membro cativo do RareCast, e o Own1e, membro cativo do RareCast e mentor de outros projetos comigo para o primeiro semestre de 2009. Essas duas pessoas vão levantar a bandeira do jornalismo "independente" na WCG, e se forem escrever algo, os textos terão uma qualidade bem superior, pois eles sabem do que estão falando. Vocês já viram um jornalista de carreira tentando fazer matérias em eventos de eSport? Pois então, eles não sabem, aí que está a diferença, eles ganham dinheiro mas nos rimos das bobagens que eles falam, basicamente isso.
Queria desejar sorte para a galera da BugNET, e da E-SporTV , a primeira vai fazer direito, o que o Terra não conseguiu em 2007, e se fizer em 2008 sozinho, também não vai conseguir, estou falando da transmissão ao vivo do evento, de maneira no mínimo, "não-porca". E a segunda, vai fazer a rádio e prover os HLTV´s do evento. Agora fica a pergunta, para fazer algo grande, não basta o conhecimento por tentativa e erro? Provar que dá conta não é mais interessante do que usar o nome da empresa para garantir coberturas como essa?
Não fale o óbvio como "Quem tem a maior visibilidade tem que fazer o evento". Coisas que todo mundo já sabe ou atitudes de "Troll" serão completamente ignoradas nos comentários, ao invés disso, tente entender o viés do texto, se não conseguir, fique calado.
Beijos.
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Go Abu Dhabi!?
Por Pclloh
@ 30 Ago 2008 13:09 pm -
150 visitas
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Uma das ligas de maior prestígio e respeito dentro do gaming profissional, a CPL, utilizava o slogan "Go Pro, Go Dallas". Durante muitos anos a liga executou seus torneios Summer/Winter em Dallas. A liga teve seus altos e baixos, em 2005, o momento máximo foi a transmissão ao vivo das finais do World Tour 2005 na MTV Americana, protagonizada por Fatal1ty, na época melhor jogador de FPS do mundo, e fnatic.Vo0, melhor jogador de Painkiller, em aspectos gerais.
O momento que desestabilizou as coisas para o lado de Angel Munhoz foi quando alguns times/jogadores, contando com a "ajuda" do g7, questionaram o porque das premiações nunca terem sido pagas, a CPL respondeu não ter como pagar o que havia sido oferecido por third-parties, caso da CPL Italia, "organizada" pela Play.it e de alguns outros locais. Outra questão levantada pela CPL foi a de que os jogadores sequer sabiam preencher os formulários para receber o prêmio corretamente. Para melhorar as coisas, a CPL resolve fazer campeonatos utilizando o World In Conflict, gosh. Uma gotinha de salvação era o Severity, que até hoje não saiu, talvez vá a gold um dia.
Adquirida por um grupo de investidores dos Emurados Árabes Unidos, a nova "CPL LLC" promete campeonatos ao redor do mundo, não informando muito mais do que isso. O Hype na volta da CPL está grande, todo mundo querendo prever o formato, jogos, países. Eu creio que não saiam muito do eixo "World Tour 2005" , mas agora utilizando o Quake Live como jogo principal, sem esquecer da dupla Counter Strike 1.6 / Call Of Duty 4. Starcraft 2? 70% sim, pela popularidade, 30% não, pela cara de "evento-de-tiro" que a CPL construiu ao longo dos anos.
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Ser narrador
Por Pclloh
@ 29 Ago 2008 22:45 pm -
71 visitas
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Você pode tentar o sucesso de duas formas, de dentro para fora ou de fora para dentro, calma que já explico o porque disso. A primeira alternativa é a mais "fácil", pois, você só precisa passar por um draftzinho e entrar na franquia LA Complexity, o que já abre as portas, e como! Depois disso, ganhar de virada, na final da CGS, ajuda, e muito.
Como todo bom jogador de DoA4 (?!) , sWooZie, fan de carteinha do "Mário", além de ter derrotado Chepelle para garantir uns trocados na primeira temporada ( US$500,000), fez contatos, e deve ter os feito de maneira magistral. Até aonde São Google me permite ir, encontrei o videoblog do cara, no myspace dele, que adicionei a um tempo atrás só para "sentir o clima".
Não nego que ele tem talento para blogar, mas sair do time, e virar apresentador da liga só por causa de um videoblog, por mais audiência que tenha, é algo, como diria um dos meus professores de física, tenso. Eu gostei do vlog dele, mostra o lado do jogador de uma maneira engraçada, e tem muito material legal da CGS também, luz vermelha se você não manja inglês.
A situação de DjWhEaT é mais confortável, aos meus olhos. O cara estava na TsN, os digitalmente inclusos não vão lembrar, e narrava na ITG, projeto de nosso "amigo" ReDeYe, que mais tarde, ou quase na mesma época do Dj, chegou na CGS.
Além disso, Dj tinha o Epileptic Gaming, quando ele anunciou que ia parar de fazer seu programa diário ( algumas vezes semanal ) , eu fiquei meio emputecido com a CGS, porque sempre via o cara, mas no fim das contas, ele ia continuar trabalhando na área, a diferença, é que agora quando um time "maróta" em algum canto do mapa, ele tem que falar baixinho, regras são regras, mas, será que sem o Andy Reif ele continua falando baixinho? Esse estilo "não-convencional" seria invenção do super-mega-consultor Fatal1ty?
Abraços para Trevor "Midway" Schimidt ( eu sei que ele não vai ler esse texto ) , que as vezes parece estar na gotfrag tv por ser o dono da bola.
Não me encha o saco caso não perceba a tempo que estou falando só da CGS, inteligência rara!
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Título ao gosto do leitor
Por Pclloh
@ 23 Ago 2008 22:25 pm -
98 visitas
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Antes de mais nada gostaria de me desculpar pela ausência no blog, minhas aulas voltaram, sei que muitos não acreditam, mas tenho aula (ou dou aula), de manhã, de tarde e de noite, então as atualizações aqui serão contadas nos dedos e em dias estratégicos.
Para começar de verdade o post, eu queria saber onde a GameServices está com a cabeça para realizar a ESWC de segunda a quarta. Ótimo. As últimas CPL´s também aconteceram em dias de semana e a liga faliu, mera coincidência, espero eu e todos que lêem o blog. Esse ano a ESWC "só" comportará 650 jogadores, ano passado foram 1000. Seria outro sinal? Não, no máximo uns países miando aqui e ali com as seletivas e pronto, 400 nerds a menos.
Outro "probleminha" que os jogadores enfrentaram para essa edição da ESWC está relacionado aos vistos, tirando o mibr, todos os times sul americanos tiveram seus vistos negados. Até o Mindless, que vendeu Whisky para custear tudo. Um notável jogador de Quake, que ameaçava fazer bonito no campeonato, o polônes av3k, também teve seu visto negado, agora onde é que está o critério? Seria uma espécie de compromisso da ESWC para os jogadores fazer mais do que dar uma carta de recomendação?
Enfim, muito se especula até hoje sobre o que será o AGP Tour, só se sabe que terá FPS 1X1, e muito certamente o novo título da ID, Quake Live, em conjunto com o Quake4. Aliás, eu queria comprar o Quake 3, que também será uma disciplina do AGP só para guardar o original, nem sequer por distribuição digital eu achei, cadê a ID que não vê isso? Afinal, esse parágrafo só serve para divagar sobre a volta definitiva do FPS 1x1 ao cenário mundial, com um circuito ao longo do ano. As chances dos mesmos nomes começarem a aparecer na temporada 2008/2009 de Quake são grandes, mesmo com um jogo "novo", o QLive aparecendo, o fato é que, muitos jogadores antigos irão voltar, quem sabe não teremos surpresas Brasileiras para o ano que vem? Já tem gente grande ensaiando a volta ao jogo. Essa movimentação Quakeana começou na GameGune, e continua na ESWC, com jogadores do mais alto nível competindo.
Toda sorte do mundo para o mibr, time de dota com nome estranho, mädchen ( nasty + lua ) e Dido, nossos representanes nas finais da ESWC 2008, afinal, eles(elas) merecem estar onde estão, não só porque um dia quiseram estar na final mundial da ESWC, em alguns casos pela segunda vez, mas sim porque lutaram por isso e conseguiram chegar aonde muita gente que é entusiasta de esport sonha em um dia chegar.
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Vale tudo para ir para a ESWC
Por Pclloh
@ 15 Ago 2008 21:08 pm -
127 visitas
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Após uma notícia triste, do Fear of The Spoon não poder estar jogando as finais da ESWC 2008 de Dota completo, pelo fato do jogador "Polar" ter tido seu visto negado , uma notícia que tinha tudo para ser interpretada como um reflexo da falta de visibilidade que os jogadores profissionais tem em países Sul Americanos, me deu um animo extra para continuar fazendo tudo que sempre fiz na máxima excelência que o meu tempo permite.
Todos sabemos que o Counter Strike competitivo na América do Sul não tem muitos representantes de peso a nível mundial, só que a vontade de participar da ESWC 2008 fez os jogadores inventarem uma maneira diferente de pagar as despesas, não foi divulgado se eles procuraram patrocínio para viagem, ajuda de custo ou nada do gênero, os caras do Mindless Gaming, time Colombiano, simplesmente estão rifando três garrafas do whisky William Grants ( 8 anos ) , cada uma custando por volta de R$55, e uma garrava de Old Parr ( 12 anos ), que vale mais ou menos R$ 70 .
O Mindless não promete muito na ESWC, só sua participação já seria digna de um podium, pela vontade de jogar o evento e pelo espírito esportivo. Não é todo time que dá o devido valor as oportunidades, ainda mais tentando fazer algo que depende da comunidade. A seed do Mindless não poderia ser outra senão a de Desafiante, se conseguirem ir jogar na Califórnia, serão um belo exemplo, pelo menos para mim.
;)
Vi no DesportesElectronicos
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