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GameSphere
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Com o servidor novo o site da GS ficou:
Bem mais lento

Um pouco mais lento

Do mesmo jeito

Um pouco mais rápido

Muito mais rápido






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Acessem o novo site sobre games e eletronic sports :)

www.espacogamer.com
Uma imagem que diz tudo:




Enfim, opiniões?

Ps¹ : Sim, isso é uma critica a você que nem faz o favor de ler, passa o olho em alguns comentários e comenta, normalmente sem ao menos saber sobre o que está falando.

Ps² : Não é o caso de leitores do blog, mas sim uma crítica sobre vários usuários dos sites relacionados ao meio do esporte eletrônico, que nem lêem a notícia e já comentam com base nos comentários anteriores, normalmente falando mal ou causando intrigas desnecessárias.


Imagem kibada do Sedentário & Hiperativo
O e-sport hoje movimenta muito dinheiro, mas o que gostaria de focar nesse post são as empresas que produzem periféricos focados para o público gamer , exemplos que poderia citar são SteelSeries, Razer e Logitech que tem produtos voltados para esse público, mas o ponto é que quero tocar é que se existem empresas focadas nesse ramo, existe um grande mercado consumidor, será que bons periféricos tem mais poderes que a própria e tão dita entre os jogadores "skill"? Dinheiro então compra vitórias?

Todos os chamados pro-players usam o que tem de melhor de tecnologia que existe no mercado atual até porque são patrocinados por essas empresas, jogam com os melhores produtos das melhores marcas que normalmente custam bem caro para uma realidade do nosso país, vide o teclado Razer Tarantula que é utilizado por grande parte dos jogadores de CS, que nas lojas brasileiras tem preço entre R$450~500.

Muitos garotos e garotas atualmente são apaixonados e afficionados pelo ramo do e-sport, ficam vendo pelo HLTV os jogadores e querem ser iguais a fnx, cogu, bit, neo..., e quando sabem que esses players usam periféricos da marca X ou Y, correm para procurar uma forma de garantir o seu periférico igual ao do ídolo, custe o que custar (R$), existe o sonho de que se usarem os mesmos periféricos que estes players, conseguirão jogar bem como os mesmos, coisa que nem sempre acontece, pois os periféricos são sim, parte importante do jogo, mas não são muito valiosos combinados com uma falta de conhecimento e skill de um jogo.

Olhando por um outro lado, concordo que a skill é um elemento muito importante para todo tipo de game, é necessário tê-la para ter um bom desempenho, mas também sou da opinião de que a skill somada a um Clone de R$10, não irá fazer o mesmo estrago do que se somada a um Deathadder de R$250, afinal, o mouse de R$250 tem bem mais tecnologia aplicada do que o de R$10, e isso sim pode fazer a diferenca em um jogo, pois somado a uma skill boa, ou até mesmo mediana, pode ser bem destrutível.

E você, acredita que um bom mouse, um bom teclado e um bom fone podem fazer mais estrago que uma boa skill?

Ou esses periféricos só irão fazer um bom estrago somado a uma boa skill?
Um fato já citado pelo diretor da WCG australiana é o ''doping'' entre pro-players no e-sports, seja usando energéticos, drogas ou coisas do tipo, como pode ser visto nesse tópico, coisa que abomino e acho errado mas enfim, isso é assunto para outro post.

O assunto que gostaria de abordar nesse post tem a ver com essas histórias mais recentes de ''doping'' sem o uso de substancias ilícitas, que ainda não foi discutido se é válido ou não, o chamado doping ''musical'', assunto muito discutido entre os nadadores esse ano nas olimpíadas de pequim por causa do nadador Michael Phelps  seus raps americanos eletrizantes e suas perfomances esmagadoras dentro d'água fazendo com que seja o maior recordista de medalhas em olimpíadas.

Todos sabemos do poder da música e de suas batidas por minuto, ou
BPM, estudos já comprovados dizem que dependendo do BPM de uma música, o atleta ''comum'' pode ter um rendimento melhor por causa de reflexos, força e coisas do tipo, por causa dos batimentos cardíacos, mas e no mundo dos jogos eletrônicos, será que a música modifica em alguma coisa?

Eu digo que sou um caso bem marcante disso, enquanto ouço músicas mais pesadas, com maior BPM, como trance, e psytrance, tenho um rendimento um pouco melhor nos games que jogo, mas nada que eu considere relevante, mas cada organismo é cada organismo, como para mim ajuda, para outros atrapalha totalmente a concentração, e para uma outra parte, é essencial para uma boa perfomance.

Alguns jogadores ouvem música antes de entrar no pc e jogar, não sei se para eles há alguma diferenca, pois não tenho contato com nenhum que eu saiba que faz o uso dessa ''técnica'' para que eu possa perguntar, mas acredito eu que sim, deve rolar alguma diferença de rendimento entre as duas situações, se tiver ouvido a música ou não, se algum jogador que faz isso puder postar nos comentários.

A questão final é:
Será que a música ajuda um jogador de CS ou War3 ou qualquer outro game a ter melhor desempenho ou apenas atrapalha na concentração do cyberatleta? Se ajuda, é algo que deveria ser proibido em campeonatos, já que os players que melhor sintetizam a música, tem chances de ter um melhor rendimento do que os demais que apenas se desconcentram e não jogam com essa ''ajuda''?


Eis uma discussão que pode ou não, dar pano pra manga

Ps: Esse post foi feito ao som de : Infected Mushroom - Change the formality  e depois Ultraje a Rigor - Jesse Go
;)
Existem várias especulações em torno da atual line-up do Made in Brazil, alguns falam que a line tem tudo para chegar ao topo do mundo se conseguirem manter a line-up e os treinamentos intensivos, não "liberando" os players na época da CGS para o Rio Sinistro no CS:S, coisa que acho difícil de acontecer, já que o Pvell tem eles como o time principal do Sinistro no CSS, já outros não, são mais pessimistas e dizem que dificilmente essa line chega a bater o SK, MyM e outros top teams do mundo, mesmo que mantenham essa line-up e treinem.

Dando uma visão geral no MiBR atual, vemos que tem uma line-up bem mesclada e muito boa em alguns mapas, mas com várias deficiencias em outras, além de uma line ainda um pouco nervosa e desentrosada, mas nada que um bom tempo de treino na Inferno-Online não faca os pegar a quimica e a confianca desejada entre eles, o MiBR atual conta com as melhores skills individuais no Brasil atualmente em cada área, com Raphael 'Cogu' Camargo , que para muitos é o melhor Awp do mundo, Lincoln 'Fnx' Lau, considerado por muitos o melhor jogador de cs do mundo, até melhor que Neo do MyM, Renato 'Nak' e Bruno 'Bit' Lima que são a raça do time e Thiago 'Btt' Monteiro, que para muitos é um grande player, mas para a grande maioria é a "âncora" dessa atual line, cargo que já foi ocupado por vários grandes players, como Corassa, Bruno e Cky, que sempre foram os crucificados de suas épocas.

Mas será que essa line-up tem o potencial o bastante para bater o SK de Tentpole, Robban, Walle, Zet e etc... ou o MyM de Neo , Kuben e Taz? O time tem grandes desafios pela frente nos seus próximos torneios, e como diz o manager Leandro 'Chataum' Loiola, o time está pegando forte no ritmo de treinamento na Inferno-Online pra fazer bonito na ESL Montreal e na ESL Dubai, que na verdade, que na minha opinião, mesmo sendo campeonatos com pomposas premiações, são apenas campeonatos para ajudar no treinamento do time para a grande final da WCG em Colonia, onde que realmente será o grande teste do MiBR, que veremos se eles ainda tem força o bastante para chegar ao topo do mundo ganhando essa WCG.

Acredito eu que eles tem força sim, basta querer, não ficam atrás de time algum em relação a skill, e com o feedback de 'KIKOOOOOOO' como coach em estratégias e treinamentos, esse time tem tudo para DESTRUIR por onde passar.

No mais deixo um abraco a todos que leem o blog, e também recomendo a acessarem o RareCast, que contou com minha ilustre presenca (até parece) no News #01 e no Cast #10 (Que inclusive ainda nem foi lançado, 1ª mão :D)
Amizades é algo que existe em todos os meios, principalmente no e-sport, já que vários times normalmente nascem e são formados por amigos, mas com o passar do tempo, o jogo se tornou algo tão profissional, que nem sempre os times são formados por amigos, e inclusive algumas vezes, existem até desafetos jogando lado a lado e se aturando em treinos e jogos apenas pela grana envolvida no meio, isso mostra que nem sempre times bons e times grandes são formados por amigos, mas será que se o time tivesse uma amizade e uma união entre si, eles teriam um rendimento melhor in-game?

Acredito eu que sim, os jogadores sendo amigos, consequentemente se conhecem mais, sabem o que o outro quer fazer, enfim, rola uma química e um teamplay maior entre os players, mas é aquela coisa, times não vivem de amizades e sim de resultados, e com isso nem sempre os amigos vão jogar juntos pro resto da sua carreira, tanto que hoje, grandes times de CS nem sempre são formados por amigos e mesmo assim conseguem grandes resultados nos maiores campeonatos, até porque apenas a química não ganha jogos nem campeonatos, o time precisa de ter uma grande e apurada skill para superar os melhores do mundo, o que nem sempre é possivel conseguir entre amigos.

Mas e quando times se dividem, e cada amigo vai para algum lado, alguns por serem "kickados" do time, ou por propostas melhores de outras organizações, será que rola um ressentimento levado do in-game para o off game? A amizade resiste as turbulencias de trocas de line-ups?

É so vermos um exemplo bem disso, como todos sabem, ou se não sabem, saibam agora, os jogadores Renato 'Nak' Nakano e Bruno 'Bruno' Ono' são grandes amigos na vida real, e sempre ou quase sempre jogaram juntos nos times em que passaram como o MiBR, Rio Sinistro e etc... mas com essa recente mudanca do MiBR, bruno ficou fora da line-up por motivos que não sei, dando lugar a Wellington 'ton' Caruso que sairia logo depois dando lugar a Thiago 'btt' Ribeiro, e acredito eu que nem por isso a amizade deles mudou, pois enfim, problemas no jogo não devem ser levados pra vida real, são 2 coisas totalmente diferentes, é como um grande ditado diz: "Amigos, Amigos, Negócios a Parte.", mas será que realmente esse ditado pode ser válido para essa situação?
Temos atualmente um cenário muito instável para os jogadores no e-sports mundial, principalmente nas equipes de Counter-Strike, ultimamente a procura de bons resultados e se sagrarem campeões de grandes campeonatos, o que dá dinheiro e fama para a organização e para o time, não se espera nem ver se os jogadores realmente conseguem ter o teamplay esperado entre eles, e dependendo do resultado do time no campeonato X ou Y, uma parte ou até mesmo toda a line-up é descartada da organização na qual ela defendia, assim contratando outros jogadores para recompor o time.

No brasil atualmente, tivemos uma situação bem interessante na WCG, o jogador Thiago 'btt' Monteiro do MiBR foi "contratado" pelo time apenas 2 dias antes dos jogos, sendo que o MiBR tinha a obrigação de fazer um bom resultado na WCG,  pois ultimamente o time anda sendo cobrado frequentemente de resultados devido as suas más campanhas em grandes campeonatos anteriores, um fato curioso que foi citado pelo player Alex 'DrzX' Bueno no Rarecast foi que o jogador estava jogando a 72fps, coisa anormal em um campeonato desse tipo, visto que o adequado no CS é se jogar a 100fps, muitos citaram que ele estava nervoso e querendo ou não, ele estava sendo muito cobrado naquela situação, pois leva o fardo das más campanhas, já que esteve com o time na maioria dos fracassos anteriores, assim até esquecendo de configurar o jogo para pegar os 100fps.

Mas enfim, a questão que quero abordar nesse post é, até que ponto uma troca de jogadores em uma line-up ajuda ou atrapalha? Vale a pena trocar meia line-up por causa apenas por resultados ruins em um campeonato e nem dar chances para os jogadores treinarem e pegarem o teamplay que é tanto falado pelos players? Deve-se dar uma chance para que os jogadores mostrem seu potencial, afinal, se ele está em um MiBR da vida, ele não tem a skill e conhecimento do jogo de qualquer um, visto que o MiBR é hoje, disparado a maior potencia do CS no Brasil, digo ainda mais que na minha opinião só exista um time atualmente que consiga bater de frente com eles que é o FireGamers (Ex-Team83 e VsOne + Lance - Spacca).

Acredito eu que dependendo da situação, até que sim, é valido uma troca de line-up, afinal a organização não vive de nome e sim de resultados, mas condeno algumas trocas precipitadas feitas por algumas organizações, visto que na minha opinião, não ajudaram em nada e apenas atrapalharam, como o SK "demitir" o Cristopher 'Get_Right' Alesund sem nem dar as chances dele mostrar seu potencial, que diga-se de passagem é um monstro de player, com uma skill apuradíssima e reflexos fora do comum, na minha opinião os times deveriam ter um pouco mais de "paciencia" com seus jogadores, afinal todos são pessoas e não robôs, podem ter tido resultados ruins por qualquer tipo de problema extra-pc como o jogador Renato 'Nak' Nakano na WCG, que jogou com um pulso sem condições, mas felizmente mesmo assim conseguiu segurar a onda e levar o MiBR para a grande final mundial da WCG.
    Hoje, temos um grande volume de investimentos na área de eletronic-sports em todo o mundo, contamos com várias grandes organizações multi-gaming na europa, um grande mercado voltado nos jogos RTS na china, enquanto no Brasil vemos que o nosso cenário ainda é muito restrito a apenas um jogo, o CS. Mas não é por falta de bons jogadores, temos grandes valores em todos os jogos , mas investimentos reais em apoio a estes players, temos apenas nele, qual seria o porque disso?

    Analisando mais profundamente a situação, vemos que o público brasileiro em si, é bem focado atualmente no Counter-Strike, que é o jogo mais famoso no país, tendo como o maior time o MiBR, que sempre leva o nome do Brasil para fora do país nos grandes campeonatos de CS, competindo a nível com times de todo o mundo, assim fazendo com que o jogo atraia os olhares do  público, mostrando aos patrocinadores que o jogo dá grande visibilidade para sua marca e consequentemente $$ nos cofres, tanto dos times, quanto no das empresas patrocinadoras.

    Outro problema que o e-sports no brasil tem, é que aqui temos mais mídias mais focadas no Counter-Strike como a
ESBR e a TeamPlay, do que mídias focadas nesses jogos "secundários", como a gameSphere. Mas o problema também é não ter o que cobrir sobre esses jogos, visto que existem poucos campeonatos desses jogos no ano, fazendo com que não tenha como ter coberturas focadas nesses jogos, diferentemente da europa, que tem campeonatos de todas as modalidades frequentemente.

    Será que enquanto não tivermos outro Paulo Velloso para levantar algum time focado nesses jogos "secundários", teremos um país apenas focado no Counter-Strike? E o CS não terá uma "vida" infinita, alguns até apostam que em um breve futuro ele morrerá dando lugar a algum outro FPS. E quando acontecer isso, o Brasil estará preparado pra se manter na posição que tem atualmente no cenário mundial?

    Gostaria de deixar um agradecimento a todos os jogadores que levam o nome do nosso país nestes jogos lá para fora, e mesmo sem apoio, conseguem bons resultados, dando destaque aos jogadores de FIFA e NFS, que sempre conseguem boas colocações na World Cyber Games, além das meninas do CS 1.6, que também sem nem 1/10 do apoio que o Cs Masculino tem, fazem bonito em todos os sentidos ;D

Enfim, após um pouco tempo blogando no blogspot, estou estreiando meu blog aqui na gameSphere :)

Pretendo que aqui seja um espaco de discussão e informação de forma imparcial e direta, sem rodeios, comentando notícias em geral sobre o mundo do e-sport, fazendo ponderações sobre assuntos pertinentes e fazendo críticas construtivas sobre todo tipo de assunto relacionado ao meio.

Primeiramente gostaria de me apresentar, sou Renato 'RnT' Fialho
, redator da gameSphere e entusiasta desse grande meio do e-sports, além jogador eventual de Cs (1.6 e Source), DotA, Aom, Fifa e mais alguns jogos não tão conhecidos...

Enfim, esse é o propósito desse blog, desde sua época de blogspot, espero que gostem do projeto e da idéia.
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